A Ribeira da Loriga recebe esta designação em Loriga, após a confluência de várias outras ribeiras cujas nascentes mais altas se situam no Covão do Meio, perto da Tôrre, e que descem pela Garganta de Loriga (ver a página da "Outras Actividades...") até esta localidade, através de um leito acidentado propício a uma boa caminhada ou a canyonning. 

É possível praticar esta última actividade até à aldeia de Cabeça, tal como fizemos em Agosto de 2007.

Devido ao acentuado desnível que a ribeira apresenta até à aldeia de Cabeça, apenas a partir daqui (Percurso 2) é que existem condições para a prática da canoagem de águas bravas, se bem que apenas para os mais experientes e consoante o caudal, directamente influenciado pela chuva e o degelo.

Sendo uma ribeira de serra, atravessa bonitas paisagens, o leito é estreito e muito acidentado.  A água mantém-se transparente e fria, mesmo no Verão.

 

 

NÍVEIS DE DIFICULDADE DE UM RIO

ALGUMAS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA !

Os rios podem-se classificar de acordo com a sua dificuldade, constituindo um dos indicadores a ter em conta quando se escolhe um percurso.  Por exemplo, a indicação Cl. III, significa que o percurso tem uma dificuldade geral do nível / classe III, embora possa ter algumas partes com dificuldade inferior.   Se, por exemplo, a indicação for de Cl. III (4), significa que o percurso tem uma dificuldade geral do nível / classe III com algumas passagens de nível / classe IV, mas não as suficientes para o classificar com este último nível (só se apresentar mais do que três passagens com este nível é que passa a ser classificado como Cl. IV).

  • Nível / Classe I (muito fácil):  a água é plana e a corrente fraca.

  • Nível / Classe II (fácil):  pouca corrente e rápidos sem dificuldade.

  • Nível / Classe III (médio):  ondas mais altas e alguns obstáculos (rochas, açudes, árvores,...), mas sempre com passagem visível; poder-se-á dizer que aqui começam as "águas bravas", que os mais inexperientes ou iniciados só deverão fazer acompanhados de outros mais experientes.

  • Nível / Classe IV (difícil):  rápidos mais fortes e saltos maiores; maior dificuldade em contornar os obstáculos; é necessário fazer um reconhecimento prévio do troço do rio e montar segurança ao longo da margem.

  • Nível / Classe V (muito difícil):  rápidos muito fortes e com saltos, a água é só espuma;  muito perigoso!  só deverá ser efectuado por canoistas muito experientes.

  • Nível / Classe VI (extremamente difícil):  passagens sem visibilidade e troços nos quais é impossível parar;  no limite do exequível...  extremamente perigoso!!

No entanto, a dificuldade pode variar muito, e rapidamente, por vários motivos:   aumentos bruscos do caudal que, entre outras coisas, pode originar a formação de redemoinhos, sifões ou rôlos onde antes não existiam, ou o  aparecimento de obstáculos imprevistos de um dia para o outro (por exemplo, árvores levadas pela corrente que se acumulam num determinado ponto transformando-se em verdadeiras armadilhas), etc.

Pode-se dizer que nunca se desce duas vezes o mesmo rio nas mesmas condições, pelo que as descrições incluídas nestas páginas devem ser encaradas apenas como meras indicações ou experiências recolhidas num determinado dia, com um determinado caudal, sob determinadas condições, as quais poderão ser diferentes se efectue o mesmo percurso em outro dia, em noutras condições...  Por exemplo, no rio Alva - que alguns poderão achar mais fácil que outros -, a maioria dos percursos que fizemos com um caudal médio normalmente não ultrapassam o nível médio (Cl. III a III+).  No entanto, quando o caudal aumenta, há que ter muita atenção aos rôlos muito perigosos que se formam na recepção dos (muitos) açudes que aquele rio apresenta ao longo dos seus percursos!  

Já alguns dos percursos superiores do Mondego e a maioria dos percursos nas ribeiras afluentes do Alva (ribeiras do Alvôco, da Loriga, Piódão e outras) normalmente apresentam troços com níveis de dificuldade mais elevados (Cl. IV, V) logo a partir de um caudal "normal", devido a apresentarem grandes desníveis, os quais são vencidos não só por saltos - alguns de altura considerável - como através de rápidos fortes.

No início de cada uma das nossas descrições, incluímos o valor / percentagem do desnível médio do percurso, que poderá ser um dos indicadores da dificuldade do respectivo percurso:

  • Até 0,4%:  rio de pendente / dificuldade baixa;

  • De 0,7% a 1%:  rio de pendente / dificuldade média;

  • Mais de 2%:  rio de pendente / dificuldade extremamente alta;

Normalmente, pode-se considerar que a um maior desnível corresponderá uma maior dificuldade, embora isso não seja uma regra linear, já que num rio de pendente / dificuldade média pode-se encontrar uma passagem ou zona de pendente / dificuldade muito superior, visto que os valores apresentados correspondem à média de todo o percurso.  

Independentemente do grau de dificuldade, do caudal e da época do ano, eis algumas medidas básicas de segurança a ter em conta:

  • não  ir sozinho para o rio (mínimo 3 pessoas); 

  • ir convenientemente equipado não só com colete, capacete, mas também contra o frio (fato de neoprene, botins, etc); 

  • levar um telemóvel;

  • se não conhecem o percurso ou não têm muita experiência, devem ir acompanhados por alguém que o conheça e tenha alguma experiência; contactem-nos caso entendam que a nossa opinião possa ser útil;

  • atenção aos percursos que têm poucos acessos pelo meio: em caso de emergência, o resgate é bastante difícil;

  • sempre que possível, haver algum veículo de apoio a acompanhar a descida por terra; 

  • não saltar açudes sempre que o caudal seja forte (lâmina de água que passa sobre o topo superior a 25cm / 1 palmo), o que pode originar rôlos muito perigosos na zona de recepção;

 

 

  Percurso 1:

Início -  Ao fundo da povoação de Loriga, na ponte onde se reúnem as duas ribeiras que formam a Ribª de Loriga (630m alt.)

Final -   Cabeça (450m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 4,7 Km / 6,30h (a pé e a nado, no Verão) / do início até à fraga são 1,4km com 7,9% de declive (incluindo o salto da fraga) e da fraga até Cabeça são 3,3km com 2,1% de declive.  

Mesmo sendo um percurso com demasiado declive para ser descido de kayak no Inverno - só possível a partir de Cabeça - e sem quaisquer acessos (actualmente praticáveis) entre o início e o fim, fizemos o reconhecimento no Verão de 2007 para o conhecer, nem que fosse para tomar uns banhos pelo caminho e conhecer as belas paisagens que certamente nos ofereceria.

Depois de uma longa "descida" pela vila e de uma pequena caminhada pelos socalcos cultivados, chegámos à ponte onde duas ribeiras se reúnem para formar a Ribeira de Loriga.  Daqui para diante, andámos mais uns 200m pelas margens, junto à ribeira e, num local onde esta se "afunda" e vira para a esquerda, metêmo-nos na água...    Não há muitas palavras para descrever o que passámos nas 2/2.30h seguintes:  uma sucessão de quedas de água por entre penêdos caoticamente espalhados por um leito que corre numa garganta muito estreita, marmitas e poços de água transparente para onde nos atirávamos, muitas delas sem hipóteses de portagem, sifões para todos os gostos, com muita natação à mistura (um contínuo "sobe-o-penedo-e-salta-para-a-água"...), numa paisagem de pasmar embora por vezes um pouco opressiva, quando a luz mal penetrava até ao fundo da garganta ...  As fotos dão um fraco testemunho do que vimos!  

As coisas continuam no mesmo "ritmo" até que, 1,4km depois do início, chega-se a uma fraga vertical com uns 15m de altura, novamente uma "cortada" tal como as que encontrámos na Ribª do Alvôco.  

A portagem, pela margem esquerda (o antigo curso da ribeira), foi algo "dolorosa", pois tivemos que atravessar alguns silvados... e íamos de calções.  A alternativa - um salto de 15m pela fraga - não nos pareceu muito atractiva...   Esta fraga seria um bom local para montar umas cordas e descê-la ao estilo de cannyoning.  É pena que não haja acesso de saída a partir deste local, pois até aqui a descida - tal como a fizemos e durante o Verão - é um espectáculo!

Daqui para a frente e até Cabeça, durante os restantes 3,3km, a paisagem continua bonita, mas a ribeira fica "normal", perde inclinação e interesse, quando comparada com o troço inicial.  Passa então a ter boas características para a canoagem de águas bravas (2,1% de declive) mas, como o percurso não tem acessos pelo meio, teria que ser feito na totalidade e os 1,4km iniciais inviabilizam tal possibilidade, a menos que seja um suicída!

Cerca de 6.30h depois de iniciarmos o reconhecimento, chegamos ao final, em Cabeça, junto à pequena ponte onde começa o Percurso 2, este sim, possível de ser descido de kayak.  Este local é aproveitado - no Verão - para tomar banho pelos locais, pois sob a ponte existe um poço excelente para o pessoal se atirar.  

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Ao fundo, a ponte onde se reúnem as 2 ribeiras. (Ago. 2007)

O local onde "entrámos" na ribeira:  "Isto vai ser fixe!", parece dizer o João... (Ago. 2007)

O Nuno, no início da garganta (Ago. 2007)

O Nuno à frente e depois o Vasco (Ago. 2007)

O último... eu!  (Ago.2007)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma marmita...

 

 

 

...com uma gruta!  Esta gruta tinha uma "chaminé", que aqui não é vísível.

(Ago. 2007)

 

 

A luta continua, kompanheiros! (Ago. 2007)

Mais uma piscina... 

(Ago. 2007)

 

Olhó'sifão!!!  

(à esquerda, debaixo do penedo onde o Nuno está sentado)

(Ago. 2007)

 

 

"É sempre em frente?... Tens a certeza?"  (Ago. 2007)

O que vai ficando para trás...  (Ago. 2007)

"Vamos ter que saltar, não é?"

(Ago. 2007)

 

Anda, João, nada mais um bocado...

(Ago. 2007)

 

 

O Nuno e o João a boiar num poço. (Ago. 2007)

Um "escorrega" até à água (Ago. 2007)

Mais uma marmita, mais um salto p'rá água... (Ago. 2007)

E a luta continua... (Ago. 2007)

O Nuno a prepara-se para (mais) um salto para (mais) um poço, numa rocha bastante escorregadia...

(Ago. 2007)

Eu e o Nuno já saltámos, o João está-se a pôr a jeito...

...e vai "chapão"!!...

...seguido do Vasco!

A zona do poço visto de jusante.  (Ago. 2007)

Pouco depois, uma pausa...  (Ago. 2007)

...para a "bucha" e para nos secarmos!  (Ago. 2007)

Depois daquela "almoçarada", há que desmoê-la!

("Então mas isto nunca mais acaba?")  (Ago. 2007)

Mais um salto e mais umas braçadas... (Ago. 2007)

Á beira da fraga  (Ago. 2007)

... "É pá! Empurrar não vale!!"...

(Ago. 2007)

 

Agora a coisa começa a acalmar... (Ago. 2007)

O poço lá (tão) embaixo... (Ago. 2007)

Vai uma "siesta"?...  (Ago. 2007)

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  Percurso 2:

Início - Cabeça (450m alt.)

Final -  depois de Muro, antes da confluência com a Ribeira do Alvôco (310m alt.) ou em Vide, 2km depois da confluência com esta ribeira.

Distância / Duração / Desnível (sem contar com os 2km finais na Ribª do Alvôco) - 8 Km / 4.30h / 140m (1,75%)

Este percurso é acompanhado por uma estrada (margem direita) a uma cota bastante superior e os poucos caminhos de acesso existentes na encosta são bastante íngremes e estreitos, interligando sucessivos socalcos (mais ou menos) cultivados.

O início é na margem direita, junto a uma pequena ponte pedonal na base da aldeia de Cabeça, à qual se chega depois de efectuar uma descida de 100m por um caminho muito íngreme e escorregadio que, atravessando os vários socalcos que compõem a encosta, parte daquela aldeia junto a um pequeno fontenário numa curva da estrada.

Quanto ao ponto de saída, aconselhamos que seja feito em Vide, 2km depois de se entrar na Ribª do Alvôco.   A outra hipótese - na margem direita da Ribª da Loriga, pouco antes da sua confluência com a Ribª do Alvôco) e pouco depois da localidade de Muro,  - é muito cansativa e o ponto de saída exige ser reconhecido préviamente ao início do passeio de modo a evitar ser ultrapassado:   à saída de Muro (no sentido de Vide) sair da estrada junto a uma pequena capela à esquerda e descer um caminho de terra que começa à sua esquerda;  consegue-se ir de carro por este caminho durante uns 200m, mas depois há que prosseguir a pé por um carreiro íngreme que passa por umas casas e desce até à ribeira, passando por vários socalcos e um pinhal.   No entanto, para quem não se queira sujeitar a uma saída cansativa após um percurso que é bastante exigente e que pode ser cansativo, será melhor prosseguir até Vide que, embora resulte num acréscimo de mais 2Km, são mais calmos e a saída (na ponte de Vide) é bem mais fácil.

Por informações prestadas por quem já o havia descido de kayak (Rui Calado e C.C.A.B.P.), seria um percurso de "nível 4 mantido com muitos saltos e uma passagem de nível 6"...!

Ficámos a conhecer este percurso em Agosto de 2003, mas apenas por o termos descido a pé, por dentro do próprio leito da ribeira, ou seja, sempre dentro de água ou por cima das pedras.  Levámos então umas boas (e penosas) sete horas nesta "caminhada", mas valeu a pena pois a paisagem e a ribeira são verdadeiramente bonitas, com margens muito íngremes e arborizadas (nessa altura...), onde o xisto já predomina.

Analisando o tipo de obstáculos que encontrámos e a irregularidade do leito, facilmente conseguimos imaginar que, com bom caudal, seria um percurso (seguramente) de nível 4, com um curso muito sinuoso entre os muitos penedos que estreitam o leito e aceleram a corrente.  Especialmente na primeira metade, deparámos com algumas zonas onde o leito é constituído por uma plataforma contínua de xisto, escavada e moldada pela força da corrente.  Terá poucas zonas calmas, as quais serão relativamente curtas e com boa corrente;  além daquelas que antecedem os vários açudes distribuídos por todo o percurso, a maioria das restantes localizar-se-á na última metade do trajecto, tal como os maiores açudes.  Quanto a estes, há que fazer préviamente o reconhecimento da zona de recepção, pois alguns podem não apresentar aí profundidade suficiente para um salto seguro.  Além de vários açudes que não excedem os 2/2,5m, existem outros (3 ou 4) que chegam aos 4m (ou mais) de altura, não contando com a última queda de água, o "Grande Salto" (uma "cortada" na base da localidade de Muro), que terá uma altura total de 10m e composta por vários saltos sucessivos correspondendo à "passagem de nível 6" referida pelo Rui Calado: o primeiro salto tem cerca de 1,50m, o segundo é escalonado e um pouco mais alto, e a partir daqui não dá para parar...!   É o resultado de um desvio da ribeira, fazendo-a "cair" por um "atalho"/ "cortada" aberta na rocha com o desnível referido.  É habitual encontrarmos situações deste tipo em outros cursos de água da região, como por exemplo na Ribeira do Alvôco ou no Rio Ceira.

Foi apenas em Fevereiro de 2006 - na 3ª feira de Carnaval - que, pela primeira vez, descemos este percurso de kayak.

Embora a tenhamos “apanhado” com pouca água, foi fácil de ver que aquilo, logo a partir de um nível médio de caudal, é mesmo Cl IV, especialmente os primeiros 4km, de Cabeça a Casal de Rei, muito técnicos, sem paragens, a exigir atenção constante e com pouca margem para erros (senão:  charco e muita pedra!) ou seja, confirmámos as primeiras impressões com tínhamos ficado no reconhecimento feito a pé, em Agosto de 2003. 

O leito é quase sempre bastante estreito (por vezes não mais do que 3 ou 4m de largura) e cavado entre margens rochosas (xisto), mas sempre muito bonito!   Pena é que a zona tenha sido devastada pelos incêndios no último Verão...

Os restantes 4km, até à foz na Ribª do Alvôco, “acalmam” ligeiramente – mas pouco – com alguns remansos a anteceder os açudes, que são altos e quase todos e exigir portagem. 

Já perto do fim, em Muro, encontramos a “cortada”, uma queda de água (o "Grande Salto") com 10m ou mais de altura, com vários patamares:  Cl.VI para uns, infranqueável para outros...  Esta passagem obrigou-nos a uma portagem bastante penosa, pela encosta - bastante íngreme - do lado esquerdo.

Continuando a descida, pouco depois entrámos na Ribª do Alvôco, 2km a montante de Vide (o ponto de saída) que, depois da Ribeira da Loriga nos pareceu uma autêntica sopa, apenas com 2 açudes e algumas acelarações pelo meio.

Havemos de repetir esta descida, com um pouco mais de água.  Convém ser um grupo pequeno e com experiência...

Atenção que os ramos junto ás margens e em alguns rápidos são obstáculos a ter em conta e que podem complicar a descida.

Por outro lado, tal como nos contaram alguns locais, esta ribeira só tem água quando chove bem durante, pelo menos, uma semana e desce rapidamente assim que deixa de chover, o que limita bastante as ocasiões em que está "navegável".   No entanto, deve-se descer este percurso apenas com o caudal suficiente e não com caudal muito alto, pois assim tornar-se-á bastante perigosa. 

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Cabeça (início) com a Garganta de Loriga nevada como pano de fundo... (Fev. 2006)

 

Início: ponte  (Ago. 2003)

Início: vista a montante da ponte.  (Jan. 2004)

Este será o caudal aconselhável para se fazer a descida.  Com mais água, pode-se tornar muito perigoso.

Leito irregular...  (Ago. 2003)

1º açude  (Ago. 2003)

Um dos rápidos na 1ª parte (Fev. 2006)

Um açude na 1ª parte (Fev. 2006)

Leito irregular, antes de uma curva à

esquerda com desnível...  (Ago. 2003)

Leito irregular...  ( Ago. 2003)

Leito irregular...  (Ago. 2003)

Açude com 3m, na 1ª parte   (Ago. 2003)

Pequeno açude em Casal do Rei

a 1/2 do trajecto  (Jun. 2003)

1º grande açude, logo à saída

de Casal do Rei  (Ago. 2003)

Portagem do mesmo açude (Fev. 2006)

Pequeno açude  (Ago. 2003)

2º grande açude a 3/4 do trajecto (Ago. 2003)

O mesmo açude, com mais água... (Jan. 2004)

Início da "cortada" (Ago. 2003)

Observando a "cortada"  (Fev. 2006)

1ª queda (1,5m, ao fundo) do "Grande Salto"

e início da seguinte...  (Ago. 2003)

A "cortada", vista de cima (Fev. 2006)

A "cortada", vista de cima (Fev. 2006)

Porteando a "cortada", em Muro (Fev. 2006)

Zona de recepção da 2ª queda e início da última, mais alta e pior  (Ago. 2003)

2ª e 3ª partes do "Grande Salto", vistas da encosta em frente  (Ago. 2003)

A ribeira a seguir à "cortada", em Muro (Fev.2006)

 

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Pedro Carvalho   ( tlm: 967062711  E.mail: kompanhia@clix.pt

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Ultima actualização:  09/09/2007