NÍVEIS DE DIFICULDADE DE UM RIO

ALGUMAS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA !

Os rios podem-se classificar de acordo com a sua dificuldade, constituindo um dos indicadores a ter em conta quando se escolhe um percurso.  Por exemplo, a indicação Cl. III, significa que o percurso tem uma dificuldade geral do nível / classe III, embora possa ter algumas partes com dificuldade inferior.   Se, por exemplo, a indicação for de Cl. III (4), significa que o percurso tem uma dificuldade geral do nível / classe III com algumas passagens de nível / classe IV, mas não as suficientes para o classificar com este último nível (só se apresentar mais do que três passagens com este nível é que passa a ser classificado como Cl. IV).

  • Nível / Classe I (muito fácil):  a água é plana e a corrente fraca.

  • Nível / Classe II (fácil):  pouca corrente e rápidos sem dificuldade.

  • Nível / Classe III (médio):  ondas mais altas e alguns obstáculos (rochas, açudes, árvores,...), mas sempre com passagem visível; poder-se-á dizer que aqui começam as "águas bravas", que os mais inexperientes ou iniciados só deverão fazer acompanhados de outros mais experientes.

  • Nível / Classe IV (difícil):  rápidos mais fortes e saltos maiores; maior dificuldade em contornar os obstáculos; é necessário fazer um reconhecimento prévio do troço do rio e montar segurança ao longo da margem.

  • Nível / Classe V (muito difícil):  rápidos muito fortes e com saltos, a água é só espuma;  muito perigoso!  só deverá ser efectuado por canoistas muito experientes.

  • Nível / Classe VI (extremamente difícil):  passagens sem visibilidade e troços nos quais é impossível parar;  no limite do exequível...  extremamente perigoso!!

No entanto, a dificuldade pode variar muito, e rapidamente, por vários motivos:   aumentos bruscos do caudal que, entre outras coisas, pode originar a formação de redemoinhos, sifões ou rôlos onde antes não existiam, ou o  aparecimento de obstáculos imprevistos de um dia para o outro (por exemplo, árvores levadas pela corrente que se acumulam num determinado ponto transformando-se em verdadeiras armadilhas), etc.

Pode-se dizer que nunca se desce duas vezes o mesmo rio nas mesmas condições, pelo que as descrições incluídas nestas páginas devem ser encaradas apenas como meras indicações ou experiências recolhidas num determinado dia, com um determinado caudal, sob determinadas condições, as quais poderão ser diferentes se efectue o mesmo percurso em outro dia, em noutras condições...  Por exemplo, no rio Alva - que alguns poderão achar mais fácil que outros -, a maioria dos percursos que fizemos com um caudal médio normalmente não ultrapassam o nível médio (Cl. III a III+).  No entanto, quando o caudal aumenta, há que ter muita atenção aos rôlos muito perigosos que se formam na recepção dos (muitos) açudes que aquele rio apresenta ao longo dos seus percursos!  

Já alguns dos percursos superiores do Mondego e a maioria dos percursos nas ribeiras afluentes do Alva (ribeiras do Alvôco, da Loriga, Piódão e outras) normalmente apresentam troços com níveis de dificuldade mais elevados (Cl. IV, V) logo a partir de um caudal "normal", devido a apresentarem grandes desníveis, os quais são vencidos não só por saltos - alguns de altura considerável - como através de rápidos fortes.

No início de cada uma das nossas descrições, incluímos o valor / percentagem do desnível médio do percurso, que poderá ser um dos indicadores da dificuldade do respectivo percurso:

  • Até 0,4%:  rio de pendente / dificuldade baixa;

  • De 0,7% a 1%:  rio de pendente / dificuldade média;

  • Mais de 2%:  rio de pendente / dificuldade extremamente alta;

Normalmente, pode-se considerar que a um maior desnível corresponderá uma maior dificuldade, embora isso não seja uma regra linear, já que num rio de pendente / dificuldade média pode-se encontrar uma passagem ou zona de pendente / dificuldade muito superior, visto que os valores apresentados correspondem à média de todo o percurso.  

Independentemente do grau de dificuldade, do caudal e da época do ano, eis algumas medidas básicas de segurança a ter em conta:

  • não  ir sozinho para o rio (mínimo 3 pessoas); 

  • ir convenientemente equipado não só com colete, capacete, mas também contra o frio (fato de neoprene, botins, etc); 

  • levar um telemóvel;

  • se não conhecem o percurso ou não têm muita experiência, devem ir acompanhados por alguém que o conheça e tenha alguma experiência; contactem-nos caso entendam que a nossa opinião possa ser útil;

  • atenção aos percursos que têm poucos acessos pelo meio: em caso de emergência, o resgate é bastante difícil;

  • sempre que possível, haver algum veículo de apoio a acompanhar a descida por terra; 

  • não saltar açudes sempre que o caudal seja forte (lâmina de água que passa sobre o topo superior a 25cm / 1 palmo), o que pode originar rôlos muito perigosos na zona de recepção;

 

 

Tal como o nome indica, esta ribeira nasce no Piódão.  Acaba por desaguar na Ribeira do Alvôco, em Vide, após atravessar várias localidades tais como Foz da Égua (onde recebe a água da ribeira do Torno), Casas Figueiras, Coice da Eira e Rodeado. 

Sendo uma ribeira de serra, atravessa bonitas paisagens, o leito é estreito e muito acidentado.  A água mantém-se transparente e fria, mesmo no Verão.

Percurso:

Início -  Piódão (660m alt.) ou Foz de Égua (470m alt.)

Final -   Vide (300m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 10,5 Km (desde o Piódão) ou 7,5Km (desde Foz de Égua) / ? / 360m (desde o Piódão - 3,4%) ou 170m (desde Foz de Égua - 2,26%)

Início na base da aldeia do Piódão ou 3Km depois, em Foz de Égua.  Esta última talvez seja a melhor opção devido ao desnível excessivo que a ribeira apresenta entre aquelas duas localidades (190m em apenas 3Km!!), com nenhum acesso pelo meio, ao contrário do restante percurso que é acompanhado pela estrada que liga Vide ao Piódão.

Terá sido a partir de Foz de Égua que esta ribeira já terá sido descida por alguns canoístas nossos conhecidos e não terá sido nada fácil, pois continua a apresentar um desnível considerável, certamente com bons saltos e muitos rápidos...  Desnecessário será dizer que tal só será possível em anos de muita chuva e, mesmo assim, só em determinadas e curtas épocas. 

Apenas para os muito experientes.

É mais um afluente do Alva.  Desagua neste rio em Avô, na praia fluvial, após atravessar várias localidades tais como Vale do Torno, Agroal e Pomares, esta sensívelmente a meio do percurso (tanto em distância como em altitude).

Percurso:

Início -  (perto de) Vale do Torno (370m alt.)

Final -   Avô (210m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 9 Km / ? / 160m (1,77%)

Início numa ponte da estrada que liga Agroal a Sobral Magro.  Todo o percurso é acompanhado pela estrada que liga estas localidades a Avô.

Esta ribeira já terá sido descida por alguns canoístas nossos conhecidos e não terá sido nada fácil (terá mesmo havido algumas boas cacetadas e pagaias perdidas...), pois apresenta um bom desnível, certamente com bons saltos e muitos rápidos...  Desnecessário será dizer que tal só será possível em anos de muita chuva e, mesmo assim, só em determinadas e curtas épocas. 

Apenas para os muito experientes.

RiO BEIJAMES

Este rio (em alguns mapas classificado como ribeira) percorre o vale de Beijames, no Parque Natural da Serra da Estrêla, e tem características de um vale glaciar tal  como o "vizinho" vale do Zêzere a montante de Manteigas.   É um afluente do Zêzere, desaguando na margem direita deste rio entre Vale de Amoreira e Vallhelhas, poucos quilómetros a montante desta vila.  

A paisagem envolvente é muito bonita e imponente, tendo como pano de fundo a encosta em ferradura da Serra do Espinhaço do Cão, sulcada pelas inúmeras linhas de água que alimentam o início deste rio.  Nas margens (ainda) bastante arborizadas - mais estreitas a montante de Verdelhos - a presença humana é assinalada por vários terrenos de cultura ("fazendas"), em socalcos.

Para chegar a este rio, ir pela EN-232 até Vale de Amoreira (vindo de Valhelhas ou de Manteigas) e aí, tomar o desvio para Verdelhos.  Esta localidade situa-se a meio do percurso / rio e pode ser um excelente ponto da apoio para uma descida.  Antes de chegar a Verdelhos, existe um Parque de Campismo Rural (Camalhão), na margem esquerda do rio.

Em Agosto de 2005, aceitando o desafio do Pedro Miguel Marquês (eskimosalto@gmail.com), fomos conhecer este rio, pelas margens, as quais percorremos de BTT.  O leito apresentava-se então quase seco, já que estávamos no pino do Verão de um ano particularmente seco.   Todo o percurso é acompanhado de perto, em ambas as margens, por caminhos de terra batida que podem ser percorridos de carro, o que representa uma mais-valia em termos de apoio de terra.  No "reconhecimento" que efectuámos, percorremos esses caminhos a partir da vila de Verdelhos:  começámos por observar o troço a montante daquela vila subindo a margem direita até ao início do percurso, onde existe uma ponte de madeira (pedonal);  aí, atravessámos o rio e descemos pela margem esquerda;  novamente em Verdelhos, descemos o troço a jusante pela margem direita e, a meio, perto do Parque de Campismo Rural de Camalhão, atravessámos o leito (quase seco) para a margem esquerda e continuámos até à foz, tendo retornado para Verdelhos por esta margem.

Este pequeno rio apresenta apenas um percurso com 10km, que corresponde à quase totalidade da sua extensão.

Das partes do rio que nos foi possível observar a partir das margens - a quase totalidade do percurso -, existirão poucos açudes artificiais, o que significa que haverão poucas zonas calmas.  Excepto o açude da Ponte Velha, os restantes têm pouca altura (1,5m no máximo) e são pouco significativos, sendo o desnível vencido pela simples inclinação do leito, a qual se vai acentuando à medida que subimos o rio.

De acordo com a pendente, poderemos dividir este percurso em 3 partes, as duas primeiras a montante de Verdelhos e a terceira  a jusante desta localidade.  A cada uma delas corresponderá um nível de dificuldade diferente.  As classificações indicadas são apenas suposições que deverão ser confirmadas em presença de um caudal normal, pois não conseguimos verificar se poderão existir sifões ou outro tipo de situações perigosas, menos evidentes num "reconhecimento" deste tipo.  

Nas duas primeiras partes, o leito é formado por um amontoado de penedos de xisto moldados e rolados pela corrente, sendo maiores e mais numerosos no início (onde se podem ver alguns blocos de granito), e diminuindo de tamanho à medida que nos aproximamos de Verdelhos.  De Verdelhos para baixo, na terceira parte, o leito alarga, perde pendente e passa a ser constituído por um areão grosso, com menos penedos.

As partes são as seguintes, descritas do início para o fim do percurso:

1ª PARTE  (3,5km – 3,5% de desnível): 

O primeiro terço desta parte, cujo início é marcado pela presença de uma pequena ponte pedonal de madeira, é visivelmente a zona com maiores penedos e com maior pendente;  o restante não é muito diferente da 2ª parte, apresentando-se no entanto o leito mais irregular e inclinado que nesta.

O local de embarque não será muito evidente.  Pareceu-nos que, pelo menos os primeiros 200m a jusante da ponte de madeira serão bastante complicados e necessitarão de muita água para serem praticáveis.  O melhor será ir verificando o rio pelas margens à medida que se vai subindo até ao início e, quando se achar que é possível iniciar a descida, basta aceder ao rio por um dos vários terrenos cultivados em socalcos existentes em ambas as margens. 

Esta parte termina no açude da Ponte Velha, o qual deverá ser porteado. 

É difícil estimar o nível de dificuldade desta parte mas, atendendo ao desnível e à irregularidade do leito, não deverá ser inferior a Cl. IV (mesmo no início poderá ser Cl.V...), com alguns pontos de dificuldade superior...

2ª PARTE  (2,5km – 2% de desnível): 

Esta parte inicia-se na base do açude da Ponte Velha e termina na ponte de Verdelhos, depois do pequeno açude a montante dela.   O leito é semelhante ao da 1ª parte, mas com penedos de menores dimensões e com menor pendente.   Segundo nos disseram alguns locais, esta parte do rio apresenta maior caudal que a anterior, devido ás várias linhas de água que a alimentam, mais significativas que na 1ª parte.   Da mesma forma ficámos a saber que o caudal depressa diminui assim que deixa de chover.

A dificuldade não será inferior a Cl. III/III+.

3ª PARTE  (4km – 1% de desnível): 

Esta parte inicia-se na ponte de Verdelhos e termina na foz, no rio Zêzere.   Nesta última parte, o rio apresentará o seu maior volume, mas a corrente será suavizada pois o leito alarga bastante e a pendente diminui.  No entanto, poderá apresentar alguns rápidos e acelerações interessantes pois não existem quase nenhuns obstáculos à corrente.  

A dificuldade deverá ser Cl. II/II+.

O desembarque poderá ser feito no final desta parte, em ambas as margens do rio Beijames, ou na margem esquerda do Zêzere no local de confluência destes dois rios (existirá um acesso pela EN-232 perto da foz).

Outra alternativa, será continuar (muito calmamente) pelo Zêzere abaixo por mais 3,5km (0,57% de desnível), até ao Parque de Merendas e Parque de Campismo de Valhelhas, ambos na margem esquerda.

As FOTOS estão dispostas no sentido do final (foz) para o início do percurso.

Junção do Beijames (direita) com o Zêzere  (Ago. 2005)

Parte final da "3ª parte"  

(Ago. 2005)

 "3ª parte"  

(Ago. 2005)

Zona média da "3ª parte"  

(Ago. 2005)

Final da "2ª parte":  pequeno açude a montante da ponte de Verdelhos (Ago. 2005)

"2ª parte"

(Ago. 2005)

"2ª parte"

(Ago. 2005)

"2ª parte"

(Ago. 2005)

Açude da Ponte Velha:  separação entre 

a 1ª e a 2ª parte  (Ago. 2005)

Açude da Ponte Velha

(Ago. 2005)

Leito a jusante do açude da Ponte Velha:  

início da "2ª parte"  (Ago. 2005)

Açude da Ponte Velha:  vista da margem esquerda  (Ago. 2005)

Leito a montante do açude da Ponte Velha:  

final da "1ª parte"  (Ago. 2005)

"1ª parte"

(Ago. 2005)

"1ª parte":  ao fundo, 

a encosta em ferradura da 

Serra do Espinhaço de Cão

(Ago. 2005)

 

"1ª parte"

(Ago. 2005)

Início da "1ª parte":  

ao fundo, a ponte de madeira

(Ago. 2005)

 

Início da "1ª parte", com 

leito muito inclinado e pedregoso

(Ago. 2005)

Ponte de madeira: início da 1ª parte 

(Ago. 2005)

Leito a montante da ponte de madeira, muito inclinado e com grandes penedos

(Ago. 2005)

"1ª parte":

vista da margem esquerda

(Ago. 2005)

 

Á entrada de Verdelhos, seguindo na direcção do Poço do Inferno, do lado esquerdo do cruzeiro tem-se acesso ao caminho que  percorre a margem esquerda 

da "1ª e 2ª parte"

(Ago. 2005)

 

Ribeira  do PAÚL

Este percurso foi sugerido pelo Pedro Miguel Marquês (eskimosalto@gmail.com):

Para aceder à Ribeira, para quem vem da zona da Guarda (IP5), o melhor é vir pela A23 sair na saída sul da Covilhã e ir em direcção ao Tortosendo. Passa-se em Tortosendo seguindo a direcção de Unhais da Serra. Depois de Tortosendo caminha-se durante 8,5km pela N230, até encontrar à esquerda um cruzamento para o Paúl.   Deste cruzamento anda-se cerca de 1,5km pela N343-1 e encostar à esquerda onde está um largo de paragem em terra batida, onde será o ínicio da descida.

Para quem vem do Sul pela A23, depende muito se se vai para o fim da descida para deixar os carros ou se o pessoal se se junta no inicio e depois levam-se os carros para o fim.   Se o pessoal que vem do Sul quiser ir para o fim, é ir em direcção a Silvares onde começa a descida de Silvares, só que em vez de pararem à esquerda para entrar no Rio Zêzere, segue-se em frente até Ourondo (fim da descidada Rib.ª do Paúl).

O inicio da descida não é na Rib.ª do Paúl, mas sim na Rib.ª de Cortes, que ao fim de 2.5km ao se juntar com a Rib.ª de Unhais da Serra é que começa a Rib.ª do Paúl.

As FOTOS estão dispostas no sentido do início para o fim do percurso.

 

 

 

RiO DÃO (e afluentes...)

Embora não atravesse as Serras da Estrêla ou do Açôr, este rio passa por regiões próximas daquelas (a Poente e a Norte) podendo, com os seus afluentes, representar mais umas boas propostas de passeios de rio, aparentemente com diversos níveis de dificuldade.

Excepto o percurso no Rio Dinha (um dos afluentes), nunca descemos qualquer dos percursos adiante referidos.  Certamente em próximos encontros...

Percurso 1:

Início -  Ponte do Forninho / Forninhos (450m alt.)

Final -   Amiais (390m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 9,5 Km / ? / 60m (0,63%)

Percurso 2:

Início -  Amiais (390m alt.)

Final -   Quinta da Retorta / Barragem do Fagilde (320m alt.)

Distância / Duração / Desnível -10 Km / ? / 70m (0,7%)

Percurso 3:

Início -  Ponte Velha de Fagilde, a jusante da Barragem do Fagilde (280m alt.)

Final -   Ponte da Pinoura / Santar (210m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 11 Km / ? / 70m (0,63%)

Percurso 4:

Início -  Ponte da Pinoura / Santar (210m alt.)

Final -   Caldas de Sanguemil (170m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 9 Km / ? / 40m (0,44%)

Percurso 5:

Início -  Caldas de Sanguemil (170m alt.)

Final -   Ferreiros do Dão (140m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 9,5 Km / ? / 30m (0,31%)

Percurso 6:

Início -  Ferreiros do Dão (140m alt.)

Final -   Ponte sobre a Barragem da Agueira, perto de Stª Comba Dão (130m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 13 Km / ? / 10m (0,07%)

Ribeira do Carapito

A RIBEIRA DO CARAPITO é um pequeno afluente do Dão, que desagua neste rio um pouco ao Norte de Fornos de Algodres (a um terço do final do acima referido como Percurso 2 do Dão) e, além do troço inicial que observámos das margens - muito bonito, com muitos pequenos açudes - sabemos apenas o que se pode recolher da consulta da cartografia da região.

Percurso:

Início -  (perto de) Coval (600m alt.)

Final -   ponte antes da foz (420m alt.)

Distância / Duração / Desnível -11 Km / ? / 180m (1,6%)

No percurso estão assinalados 18 açudes/moendas, que certamente atenuarão a forte pendente, embora esta se acentue nos últimos 4Km (1,75%), pelo que podemos considerar este percurso como tendo uma certa dificuldade.

Início, com muito pouca água... (Abr. 2004)

A ribeira em Matança  (Abr. 2004)

 

Rio Dinha

O RIO DINHA é mais um afluente do Dão, desaguando neste rio um pouco a jusante de Ferreiros do Dão, um pouco antes deste de "diluir" na albufeira da Barragem da Aguieira (na parte final do acima referido como Percurso 5 do Dão).  Por causa dos acessos, o último percurso acabará antes da foz.

Percurso 1:

Início -  Ponte ao Km 38 da EN 228 / a montante de Boa Aldeia (450m alt.)

Final -   Ribeiro / Mosteiro de Fráguas (320m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 7,5 Km / ? / 130m (1,73%)

Com uma boa pendente, poderemos considerar este percurso como tendo uma certa dificuldade.   Um pouco ante do final, recebe a água da Ribeira das Lanças.

Percurso 2:

Início -  Ribeiro / Mosteiro de Fráguas (320m alt.)

Final -   Ponte ao Km 196 da EN-2, um pouco a montante de Tondela (250m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 8 Km / ? / 70m (0,87%)

O único percurso que foi descido por alguns dos nossos kompanheiros (Carlos Dias, Mário Martins e outros...) e do qual apresentamos algumas fotos que nos parecem bem sugestivas de um percurso que, segundo quem o fez, é bem bonito.  

Percurso 3:

Início -  Ponte ao Km 196 da EN-2, um pouco a montante de Tondela (250m alt.)

Final -   Ponte na EN 632 antes da foz, perto de Couço (190m alt.)

Distância / Duração / Desnível - 9,5 Km / ? / 60m (0,63%)

 

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Pedro Carvalho   ( tlm: 967062711  E.mail: kompanhia@clix.pt

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Ultima actualização:  14/03/2007